Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 


Em abril o governador de São Paulo Geraldo Alckmin assinou um protocolo de intenções com a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para a substituição das embalagens feitas à base de petróleo (as sacolas plásticas) nos supermercados do estado. O plano determina: a oferta das sacolinhas em São Paulo acaba em 25 de janeiro de 2012. Já a Câmara dos vereadores paulistana tenta aprovar lei que veta a venda e distribuição das mesmas na cidade. Não consegue porque alguns vereadores - como os ligados a sindicatos de trabalhadores da indústria petroquímica - são contra. Pelo projeto, os estabelecimentos que fornecerem as sacolas ficarão sujeitos ao pagamento de multas que oscilam entre R$ 50 mil e R$ 50 milhões.

São capítulos de uma novela que envolve questões ambientais, interesses econômicos e sociais e que espalha-se pelo País. Em 13 capitais já vigoram leis que restringem ou proíbem o emprego das sacolinhas. Em outras 9 grandes cidades há projetos nesta linha. O debate sobre o tema mobiliza o setor supermercadista nacional.